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Verstappen temeu aproximação de Leclerc em últimas voltas no GP

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Vindo de vitória no GP da Emilia-Romagna em abril, Max Verstappen faturou neste domingo mais um triunfo seguro, no inaugural GP de Miami. Ao menos é isso que, de fora, parece ter acontecido. Apesar da vantagem segura contra Charles Leclerc, o atual campeão mundial viu a diferença cair nas últimas voltas após o safety car acionado por um toque entre Lando Norris e Pierre Gasly, e temeu pelo pior.

  • Mantivemos a emoção até o fim. O safety car no final não ajudou, caso contrário poderíamos ter terminado a prova de forma controlada. Foi muito bom, mas muito difícil. Preciso dizer que comecei a contar quantas voltas faltavam a partir da décima quinta final – confessou o holandês.

A AlphaTauri de Gasly foi danificada num contato com Fernando Alonso – pelo qual o bicampeão foi punido uma terceira vez e caiu de nono para 11º lugar. Com problemas, o francês não evitou a colisão com Norris, que rodou e abandonou a corrida na volta 41.

Verstappen viu sua considerável vantagem de 7s5 se dissipar com o acionamento do carro de segurança virtual e, posteriormente, a entrada do safety car propriamente dito. A diferença entre ele e Leclerc chegou a cair para menos de meio segundo, mas o holandês conseguiu se defender do rival.

  • Foi muito difícil ser consistente, você não quer forçar demais e ter problemas nas últimas dez voltas. As primeiras voltas após o safety car foram difíceis mas quando os pneus estavam aquecidos, tudo correu bem. Saímos na frente com o pneu médio. Tínhamos um ritmo melhor do que a Ferrari neles e conseguimos abrir vantagem. Com os duros, estávamos mais próximos – concluiu.

Verstappen havia iniciado a prova em terceiro lugar e pulou para segundo na largada, ao superar Carlos Sainz. O bote em Leclerc veio na volta 8, ainda no começo da corrida. A partir daí, o atual campeão da RBR administrou sua vantagem e só deixou a liderança, de forma temporária, em seu pit stop.

Sorte de campeão

A entrada do safety car na volta 41 de um total de 57 abriu um precedente perigoso para a RBR: a dupla da Ferrari poderia trocar os pneus sem perder muito tempo e ter vantagem nos compostos para tentar atacar Verstappen e Sergio Pérez, colega do holandês na equipe. Isso, porém, não se concretizou.

  • Tivemos sorte. Max cruzou a linha dos boxes enquanto ainda estávamos sob o safety car virtual e aí, seu pior pesadelo: veio o carro de segurança de verdade, e isso deu a Leclerc e Sainz uma parada a mais. Felizmente eles deixaram a chance passar com os dois carros, então ainda estávamos efetivamente na mesma janela. Do contrário, eles teriam uma vantagem significativa – avaliou Christian Horner, chefe de Verstappen no time austríaco.

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